Branding

Por que startups devem investir em branding desde o começo?

Tudo começou com um sonho. Este sonho se transformou em uma ideia. Esta ideia se transformou em um projeto. Este projeto se transformou em um MVP (Produto Mínimo Viável). Este MVP se transformou em uma startup.

Esta startup cresceu.

Contratou funcionários. Comprou equipamentos. Conseguiu seus primeiros clientes. Foi apontada como promissora.

E mesmo assim, depois de dois anos, quebrou…

Infelizmente, este é o roteiro de muitas startups no Brasil. As razões para que elas tenham esse desfecho são inúmeras, tal como falta de investimento, surgimento de novos players, crise econômica, plano financeiro mal elaborado, etc.

Ou, às vezes, não é nada disso. A startup tinha investimento, estava desenvolvendo um negócio com alto valor percebido, sem concorrentes, mas mesmo assim quebrou. E o fator determinante pode ter sido a falta de…branding.

Muitas startups já estreiam no mercado focadas na performance, na captação de leads e na geração de vendas, sem se atentar que, desde o princípio, deve-se, em paralelo, buscar a construção de uma imagem, obter credibilidade e fazer um trabalho relevante de branding.

Ao contrário do que muitos pensam, branding não é algo apenas para empresas consolidadas, que já tenham nome do mercado e um público fiel.

Nós, do Estúdio Roxo, acreditamos que o branding tem que estar no DNA da startup, é uma obrigação estratégica que deve constar no plano de negócios desde o seu início. É um investimento necessário para a captação de investidores, fortalecimento e crescimento do negócio.

E o branding deve ser feito profissionalmente, por agências ou pessoas gabaritadas para tal. Até porquê os sócios devem estar focados exclusivamente no escopo do negócio. Como disse uma vez Steve Jobs, “concentre-se no que você é bom: delegue todo o resto”.

Fazer o branding “no improviso”, achando que é algo intuitivo, e que qualquer um pode fazer depois de ler um ou dois livros e ter certificado de um cursinho de final de semana, pode ser desperdício de tempo e dinheiro.

Mesmo que no início, por restrição financeira, não seja possível contratar uma agência top de linha, existem centenas de agências de pequeno e médio portes aptas a atenderem startups dentro do budget possível.

Como fazer branding para startups?

Não importa o quão disruptivo seja o negócio. Nem o poder de compra do público-alvo. Muito menos a área de atuação da empresa. O que os criadores de uma startup precisam saber é que uma marca não se constrói pelo que empresa diz que ela é. Uma marca é o que as pessoas percebem e recebem dela. É preciso entregar e cumprir aquilo a que se propõe e ir além, para surpreender o consumidor.

É preciso oferecer uma experiência relevante, fazer a diferença na vida dele, estimular uma transformação, ter um propósito que faça sentindo, para que ele se sinta representando por esta empresa. É o chamado “Eu Ideal”, que é a junção da pessoa (Eu) com os valores, os insights, a idealização que a marca proporciona (Ideal).

Atualmente, com um mercado aberto e competitivo, é muito fácil para o consumidor mudar de marca por uma questão de centavos na diferença do preço. Contudo, se a marca estiver atrelada ao seu “Eu Ideal”, ele tende a ser mais fiel, mesmo que o produto seja mais caro. Afinal, a marca passa a ser para ele uma questão de status, bem-estar, autoafirmação.

Para chegar a este ponto, é preciso conhecer a fundo o público que se deseja impactar e ter um posicionamento bem definido. Para isso é necessário estudar as personas.

A persona nada mais é do que um personagem que representa o seu cliente ideal. Estudar esse perfil é primordial para dar o direcionamento correto à sua marca, trazendo uma atuação mais estratégica para a startup.

Outro passo fundamental para a construção do branding é a análise de mercado. Além de ter uma visão panorâmica do mercado, é possível também compreender como satisfazer uma necessidade do seu público que ainda não é trabalhada por outras empresas.

Ao identificar os pontos fortes e fracos de seus concorrentes, a startup conseguirá trabalhar o seu branding de maneira que ele torne a empresa uma referência forte no seu segmento.

E, por fim, é preciso definir os valores e o posicionamento que determinarão a maneira como a marca será gerida. Isso fará parte da identidade e da linguagem usada pela startup.

Branding para startups exige dedicação, cuidado, avaliação constante dos feedbacks, e, claro, um certo tempo para surtir o efeito desejado.

Um branding para startup bem trabalhado é capaz de gerar não só novas oportunidades de negócio, mas também de aumentar o valor da marca, a satisfação dos colaboradores, a confiança do mercado e o suporte para todas as ações de marketing.

Quer fazer o branding para sua startup? Então vem ser Roxo com a gente!